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Apito Dourado, Jorge Nuno Pinto da Costa

Carolina Salgado condenada a trabalho comunitário (caso agressões a Bexiga)

Carolina Salgado, a ex-companheira de Pinto da Costa e principal protagonista no caso Apito Dourado, iniciou (Dezembro/2011) o cumprimento de trabalho comunitário num lar de idosos em Almada.

Esta pena surge em virtude da condenação de que foi alvo por mentira e difamação, resultante das declarações proferidas relativamente a Pinto da Costa e a uma alegada responsabilidade do presidente portista nas agressões ao ex-vereador de Gondomar Ricardo Bexiga.

É interessante recordar esse momento do processo Apito Dourado e alguns factos:

1) Carolina Salgado afirmou em entrevista ao semanário Sol que Pinto da Costa tinha sido o mandante das agressões a Ricardo Bexiga;

2) Ricardo Bexiga, vereador na origem do processo Apito Dourado foi agredido num momento, onde não havia qualquer suspeita sobre Pinto da Costa e apenas clubes menores estavam envolvidos. O presidente do FC Porto foi mais tarde colocado sob escuta e consequentemente sob investigação, após ter sido apanhado de forma indirecta numa escuta com Pinto de Sousa a escolher um árbitro para a Taça de Portugal;

3) Carolina Salgado escreveu e afirmou, na sua tentativa de imputar a Pinto da Costa responsabilidades neste crime de agressão, ter mandado destruir as camâras de vigilância do local de agressão (parque de estacionamento da Alfândega do Porto. Como se sabe essas câmaras nunca existiram.

4) Carolina Salgado no decorrer destas e de outras mentiras demonstradas em tribunal, foi considerada pelo juíz uma testemunha sem qualquer credibilidade. Esse facto é realçado nos acordãos que ilibam Pinto da Costa de qualquer das acusações e é precisamente o principal motivo para a não condenação do dirigente azul e branco.

A condenação de Carolina Salgado a uma pena de 10 meses de prisão efectiva, substítuida por 300 horas de serviço comunitário, acontece a 22 de Outubro de 2010.

Segundo o tribunal ficou provado que:

– Carolina Salgado tinha “consciência e vontade” de imputar a Jorge Nuno um pedido deste de “contratar uns tipos para eliminar Bexiga”.

– a arguida proferiu na entrevista “expressões altamente difamatórias” e “muito gravosas”, agindo com “dolo directo” e sem mostrar arrependimento, sendo por isso condenada pelo crime de difamação agravada.

Curiosas as afirmações do advogado de defesa de Carolina Salgado, José Dantas, que para além de querer recorrer da sentença, afirmou ter mais uma testemunha, nada mais nada menos, do que Leonor Pinhão. Alegadamente porque teria ouvido uma conversa ente Felícia Cabrita e Carolina Salgado, onde esta última afirmava não dar autorização para publicar a passagem sobre as agressões a Bexiga. Que conveniente..

A verdade é que os recursos e as “armas secretas” não surtiram efeito e cá temos Carolina Salgado, a sentir na pele as consequências de ter mentido, nos jornais, na televisão e no tribunal.

O porquê Carolina Salgado ter mentido tanto?..

Temos a versão inicial da vingança e temos a tese de ter sido subornada por Luís Filipe Vieira, tal como uma testemunha afirmou em tribunal. Obviamente que essa investigação nunca foi nem será feita. Poderia abalar com as estruturas da justiça portuguesa e não convém..

Carolina Salgado condenada a trabalho comunitário (Diário de Notícias)

Carolina Salgado cumpre pena em lar de idosos (Relvado)

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